Hoje, ainda no clima da tão sonhada e esperada Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, inspirados pela voz de nosso querido Papa Francisco, ratificando esse pedido de Nosso Senhor Jesus Cristo "Ide e fazei discípulos entre todas as nações", vimos informar que nosso blog juventude católica rj está de volta, com o desejo de anunciar a Boa Nova da Salvação ao mundo inteiro.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Hoje, ainda no clima da tão sonhada e esperada Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, inspirados pela voz de nosso querido Papa Francisco, ratificando esse pedido de Nosso Senhor Jesus Cristo "Ide e fazei discípulos entre todas as nações", vimos informar que nosso blog juventude católica rj está de volta, com o desejo de anunciar a Boa Nova da Salvação ao mundo inteiro.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
RITO DA COMUNHÃO

PAI-NOSSO
A “Oração do Senhor” introduz nossa preparação imediata para a participação no Banquete Pascal. Nº 309
ACLAMAÇÃO “VOSSO É O REINO”
Esta aclamação desenvolve e concluiu o embolismo que segue a Oração do Senhor. É propriamente cantada por todos, sobretudo quando se canta o Pai-Nosso. Por fazer parte da Oração do Senhor, seria conveniente ambas as partes seguirem uma mesma melodia. Nº 306
CANTO DA PAZ
Sua função é de acompanhar o gesto da saudação da paz. É um canto facultativo podendo ser reservado para ocasiões especiais. Nº 322
CORDEIRO DE DEUS
Este canto acompanha o partir do pão, antes de se proceder a sua distribuição. Não deve ser usado como se fosse uma maneira de encerrar o movimento criado na assembléia durante o abraço da paz. A invocação e a súplica, eventualmente executadas de modo dialogado pelo solista ou coral e a assembléia, podem ser repetidas tantas vezes quantas o exigir a ação que acompanham, terminando sempre com a resposta: “Dai-nos a paz” ao contrário do Santo e do Pai-Nosso, o Cordeiro de Deus não é necessariamente um canto do povo e pode ser cantado apenas pelo coral. Quem inicia este canto não pe quem preside, mas a assembléia ou cantor. O ritmo e o modo de execução sejam condizentes com o sentido de invocação e súplica, que só deve ser executado no momento de partir o pão eucarístico. Nº 310
CANTO DE COMUNHÃO
Visa muito especialmente, a fomentar o sentido de unidade. É canto que expressa o gozo pela unidade do Corpo de Cristo e pela realização do Mistério que está sendo celebrado. Por isso, a maior parte dos hinos eucarísticos utilizados tradicionalmente na Adoração ao Santíssimo Sacramento não é adequado para este momento, pois ressaltam apenas a fé na Presença Real. A letra não se reduza a expressão individualista, intimista e sentimentalista da comunhão. Que ela projete a assembléia como um todo, e cada uma das pessoas que participam, para a constituição do Corpo Místico de Cristo. Não é necessário que este canto se prolongue, ininterruptamente, durante todo o ato de repartir o Pão do Céu. Em certas oportunidades seria até vantagem interromper os versos por interlúdios instrumentais, tornando o canto menos maçante e favorecendo a interiorização. Em algumas oportunidades, é importante que ele faça transbordar a alegria da Festa, sendo um canto exultante, cantado com a espontaneidade de um sorriso. Outra possibilidade é selecionar refrãos bem conhecidos da assembléia, sobretudo em celebrações de massa, e cantá-los um após outro, com interlúdios instrumentais. Nº 314, 315 e 316
AÇÃO DE GRAÇAS
Este canto não é necessário, e às vezes nem desejável, quando já houve um Canto de Comunhão, com participação do povo, que se prolongou por algum tempo após a distribuição do alimento eucarístico. Recomenda-se, então, o silêncio sagrado, um momento de interiorização após a movimentação ou exultação que poderá ter caracterizado a procissão de comunhão. Nº 320
CANTO FINAL OU DESPEDIDA
Normalmente, não tem sentido o Canto Final. A reforma conciliar pôs o “Ide em paz” como última fórmula da celebração, e seria ilógico um canto neste momento, pois a assembléia está dispensada. Durante a saída do povo, o mais conveniente seria um acompanhamento de música instrumental. Se em alguma ocasião parecer oportuno um canto final, por exemplo, o hino do padroeiro na sua festa, ou um hino em honra da Mãe do Senhor em alguma de suas comemorações, que ele seja cantado coma presença de todos após a bênção, antes do “Ide em paz”. Nº 324
LITURGIA EUCARÍSTICA

APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS
Este canto, que acompanha o gesto de colocar os bens em comum, juntamente com o pão e o vinho que serão consagrados e partilhados na Ceia do Senhor, serve de introdução à Liturgia Eucarística, à refeição-memorial do Senhor. A letra deste canto não precisa falar, necessariamente, de Pão e de vinho ou de ofertório, mas pode ser de um texto apropriado de louvor, de acordo com o tempo litúrgico. Nº 319
SANTO
Para concluir o Prefácio da Oração Eucarística ou então para cantar o louvor de Deus na celebração da Palavra, o povo todo aclama o Senhor. O ideal seria se o Santo estivesse no mesmo tom em que o Prefácio foi cantado. Recomenda-se que o canto se atenha à própria Aclamação, sem se introduzir alterações no texto. Nº 303
ACLAMAÇÃO MEMORIAL – EM RESPOSTA AO “EIS O MESTÉRIODA FÉ”
O missal oferece algumas fórmulas que expressam o anúncio do Mistério Pascal, comemorando o abaixamento e a glorificação do Senhor e pedindo sua vinda. Das três aclamações propostas no Missal, as traduções mais aclamativas são a primeira e a terceira (“Vinde, Senhor Jesus!”; “Salvador do mundo, salvai-nos”). Textos alternativos que expressam a fé na presença real, naquele momento, devem ser excluídos, pois alteram o sentido litúrgico. Esse é o momento do Memorial, do anúncio do Mistério Pascal, e não de devoção à Presença Real. Portanto, não se deve substituir essa aclamação por um canto eucarístico. Sendo uma das aclamações mais importantes da Missa, convém muito que seja cantada por todos em resposta ao “Eis o mistério da fé”.
Nº 304
ACLAMAÇÕES DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA
Durante a Oração Eucarística estão previstas várias aclamações da assembléia. É o jeito mais significativo de o povo participar do grande louvor, da solene Ação de Graças, da Bênção das Bênçãos. Nº 323
AMÉM – DOXOLOGIA
Mediante esta aclamação, os fiéis, concordam com toda a Oração Eucarística. Nº 305
LITURGIA DA PALAVRA

SALMO RESPONSORIAL
Para a Liturgia da Palavra ser mais rica e proveitosa, há séculos um salmo tem sido cantado como prolongamento meditativo e orante da Palavra proclamada. Ele reaviva o diálogo da Aliança entre Deus e seu povo, estreita os laços de amor e fidelidade. Deve ter sempre sintonia como tempo litúrgico, a festa ou ocasião. O Salmo não pode ser substituído por um canto. Para facilitar a acolhida da Palavra de Deus, é recomendável breve período de silêncio entre a leitura e o canto do Salmo Responsorial. Nº 317
O ALELUIA (ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO)
A aclamação “Hallelu-Jah” (Louvai ao Senhor!), que tem sua origem na liturgia judaica, ocupa lugar de destaque na tradição cristã. Mais do que apenas ornamentar a procissão do Livro, sempre foi a expressão de acolhimento solene de Cristo. Por ser diferente do Salmo, o verso entre o canto duplo do Aleluia, em geral, é uma citação no Evangelho que se segue. No tempo em que o Aleluia é omitido, cante-se um verso aclamativo da Sagrada Escritura. É de bom costume repetir o “Aleluia” após o Evangelho. Nº 302
CREIO
Por esta “Profissão de Fé” a assembléia responde à Palavra de Deus, proclamada na Liturgia da Palavra, confirmando para si mesma, a regra de fé, no momento em que passa a celebrar a Liturgia Eucarística. É o texto que tem sido menos musicado, se for cantado que seja numa simples cantinela. Nº 311
ORAÇÃO UNIVERSAL
Na Oração Universal, ou Oração dos Fiéis, exercendo sua função sacerdotal, o povo suplica por toda humanidade. A primeira e mais solene é a da Sexta-Feira da Paixão, em que as intenções também são cantadas. Nº 312
RITOS INICIAIS

CANTO DE ABERTURA (OU ENTRADA)
O Canto de Entrada, inserido nos ritos iniciais, cumpre antes de tudo o papel de criar comunhão. Seu mérito é de convocar a assembléia e, pela fusão das vozes, juntem os corações no encontro com o Ressuscitado. Este canto tem de deixar a assembléia num estado de ânimo apropriado para a escuta da Palavra de Deus. Nº 313
SENHOR, TENDE PIEDADE (ATO PENITENCIAL)
A breve ladainha do “Senhor, tende piedade” tradicionalmente era uma oração de louvor a Cristo Ressuscitado feito Senhor, pela qual a Igreja pedia que mostrasse sua amorosa bondade. Posteriormente, este canto foi incorporado ao rito penitencial e começou a fazer parte de um momento de reconciliação. A música, o canto, a expressão corporal, nesse momento, devem propiciar o encontro com o Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação. Além do tradicional “Senhor, tende piedade”, poderemos encontrar fórmulas mais ricas no Missal Romano. Nº 307
GLÓRIA
O Glória, que é um hino antigo, iniciado com o louvor dos anjos na noite do natal. A entonação inicial deste hino não é mais reservada a quem preside e pode ser feita por um solista ou pelo coral. Hinos se cantam, não se falam. O hino do Glória não seja substituído por qualquer hino de louvor ou por paráfrases que se distanciam demasiadamente de seu sentido original. Nº 308
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A MISSA - RITO DA COMUNHÃO
Quando rezamos o Pai Nosso na Missa, ele não termina com "Amém", porque na Missa esta oração só é concluída quando toda a assembléia diz "Vosso é o Reino, o Poder e a Glória para sempre".
Após o Pai-Nosso, segue-se o Rito da Paz, o Sacerdote parte o Pão Eucarístico. O Sacerdote coloca uma parte da hóstia no Cálice, significando a unidade do Corpo e do sabgue do senhor na obra da salvação.
O Cordeiro de Deus é o canto da assembléia que acompanha a Fração do Pão.
Durante a Comunhão, entra-se um canto que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes e demonstra a alegria dos corações. Prevê-se que antes de receber a comunhão haja um sinal de reverência, uma inclinação de cabeça o9u de corpo, que deverá ser feita enquanto o que está à frente recebe a Comunhão.
O Canto de Ação de Graças, deve levar a todos uma adoração e louvor a Deus pela partilha do pão. Não esquecer de respeitar o silêncio.
O Canto Final deve ser alegre, pois é o canto de envio da assembléia.
A MISSA - LITURGIA EUCARÍSTICA

A MISSA - LITURGIA DA PALAVRA
As leituras dos domingos estão distribuídas num ciclo de três anos: A (Mateus), B (Marcos), C (Lucas), João não tem ano especial porque é o evangelhista dos períodos solenes.
A Primeira Leitura é escolhida do Antigo Testamento de acordo com a temática do Evangelho. Todavia, o Tempo Pascal faz exceção a esta regra, pois a Primeira Leitura é tirada dos Atos dos Apóstolos, pois esse livro narra a vida da Igreja logo após a Ressurreição do Senhor.
A Segunda Leitura é tirada das epístolas do Novo Testamento, são lidas sem ligação com o tema do Evangelho, contudo o tema é sempre uma vivência para a nossa santificação.
O Salmo Responsorial, é escolhido para proporcionar uma resposta ao texto lido anteriormente, ou seja, a Primeira Leitura.
No Evangelho, quem nos fala é o próprio Cristo que nos dá o anúncio da salvação. Todos se encontram de pé demonstrando a sua disponibilidade ao que o Senhor vai falar. Ao anúncio do Evangelho nos persignamos (fazemos o sinal-da-cruz) na fronte, para que a mensagem penetre em nossa mente; sobre os lábios, para que proclamemos aos irmãos a mensagem recebida e no peito, para que vivamos a mensagem que nos será anunciada.
A homilia constitui uma conversação sobre o mistério celebrado, em geral a partir das leituras bíblicas que foram proclamadas.
A Profissão de Fé, recitada ou cantada pelo sacerdote com o povo estando todos de pé visa uma afirmação de fé por parte do povo.
Na Oração Universal ou Oração dos Fiéis, o povo responde à Palavra de Deus acolhida na fé e, exercendo a sua função sacerdotal eleva preces a Deus pela salvação de todos. Normalmente as intenções são pelas necessidades da Igreja, pelos poderes públicos, pela salvação de todo o mundo, pelos que sofrem qualquer dificuldade e pela comunidade local.
A MISSA - RITOS INICIAIS
Os Ritos Iniciais da Missa são: Canto de Entrada, Saudação do Altar e do povo reunido, Ato Penitencial, Glória e Oração de Coleta.
O Canto de Entrada é o canto que acompanha a caminhada do sacerdote e dos ministros (símbolo do povo em caminho), a finalidade deste canto é abrir a Celebração e promover a união da assembléia.
Na Saudação do Altar é necessária pois o Cristo está presente no símbolo do altar e na assembléia, por isso o celebrante saúda o altar com um ósculo (beijo), abre a celebração em Nome da Santíssima Trindade e saúda a assembléia, desejando o Amor do Pai, a Graça de Cristo e a comunhão do Espírito Santo.
No Ato Penitencial o sacerdote convida a assembléia a um exame de consciência, e após breve pausa (silêncio), através de uma fórmula de confissão geral, reconhecemos nossos pecados, e o sacerdote realiza a absolvição dos pecados leves.
O Glória, clama com alegria, a confiança e a esperança que sempre marcaram os fiéis. É a fé de alguém que conhece a providência divina. Não pode ser substituído por outro texto.
A Oração do Dia, também chamada Coleta é a primeira oração própria do presidente da celebração, mas que supõe e requer o assentimento de toda a assembléia através do Amém. O sacerdote convida o povo a rezar dizendo "Oremos", todos se conservam em silêncio por alguns instantes, oferecendo suas intenções pessoais, o sacerdote coleta as orações interiormente formuladas e reza a oração do dia.
UM POUQUINHO DE LITURGIA NA MISSA
MÚSICA E LITURGIA
A criação de um repertório bíblico-litúrgico pressupõe o cumprimento de alguns critérios:
- Os textos dos cantos sejam retirados da Sagrada Escritura ou inspirados nela
- As melodias devem ser acessíveis à grande maioria da assembléia, porém belas e inspiradas
- Sejam evitados melodias e textos adaptados de canções populares, trilhas sonoras de filmes e novelas
- O tempo do ano litúrgico e suas festas
- O jeito da cultura do povo
- Os salmistas jamais deverão substituir o salmo responsorial por outro canto
O MINISTRO DA MÚSICA

O termo serviço já manifesta uma pré-disposição à humildade. Se somos servos de Deus não podemos ser contrários à Sua vontade.
O músico é qualquer pessoa com talento para as artes, que empunha um instrumento musical e faz música, seja tocando ou cantando. Já o Ministro da Música deve ser uma pessoa primeiramente de oração, um verdadeiro adorador, alguém que caminha junto de sua Igreja, que conhece e cumpre os mandamentos de Deus e sabe ouvir a voz do Senhor em seu coração. Ele silencia diante de Deus e sabe intuir a canção agradável ao Senhor e que vai tocar o coração de quem a ouve, permitindo assim que o Senhor realize prodígios e milagres por meio de uma simples canção.
O Ministério de Música é quem marcha à frente, é por isso que quem serve a Deus na música é mais atacado, porque é exatamente a música que faz o exército marchar confiante.
Não esqueçamos: "Importa que Ele cresça e eu diminua". João 3, 30
terça-feira, 19 de outubro de 2010
AS VESTES E AS CORES LITÚRGICAS
Este simbolismo que podemos apreciar na vida cotidiana, verifica-se com muito maior intensidade nas vestes litúrgicas, especialmente nas da Celebração Eucarística. Ao ser ordenado, o sacerdote reveste-se de Cristo, e esse fato é representado em cada Missa. O Papa Bento XVI afirmou que "os paramentos litúrgicos pretendem precisamente ilustrar o que significa 'revestir-se de Cristo', falar e agir in persona Christi (na pessoa de Cristo)".
Durante os primeiros séculos do Cristianismo, o vestuário dos eclesiásticos era idêntico ao dos leigos. Em plena perseguição religiosa, a prudência os aconselhava a evitar qualquer sinal que denunciasse aos agentes do governo seu "delito" de pertencer à Igreja e adorar o único Deus verdadeiro, infração punida com a morte naquela época.O cíngulo da pureza
paramentos, símbolo da castidade e da luta contra as paixões desregradas. Enquanto o prende à cintura, o ministro de Deus eleva a Ele esta prece: "Cingi-me, Senhor, com o cíngulo da pureza e extingui meus desejos carnais, para que permaneçam em mim a continência e a castidade".
Em seguida, o sacerdote reveste-se da estola, uma faixa do mesmo tecido e da mesma cor da casula, adornada de três cruzes: uma no meio, e as outras duas nas extremidades. Ela simboliza a autoridade espiritual do sacerdote, e do outro lado, o jugo do Senhor, que ele deve levar com coragem, e pelo qual há de recuperar a imortalidade. O padre a coloca em torno do pescoço, depois a cruza sobre o peito e passa por baixo do cíngulo, enquanto reza: "Restaurai em mim, Senhor, a estola da imortalidade, que perdi pela desobediência de meus primeiros pais, e, indigno como sou de aproximar-me de vossos sagrados mistérios, possa eu alcançar o gozo eterno".O jugo do Senhor, simbolizado pela casula 
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
BUSQUEMOS A SANTIDADE NO NOSSO NAMORO
- Masturbação
A Igreja Mãe, é sábia. Nos coloca com todo seu magistério e confirmação do Espírito Santo, que o ato de se masturbar é pecado gravíssimo para a humanidade. Esse ato coloca a sexualidade - que consiste na união de dois filhos amados do Criador - em puro egoísmo e dureza de companheirismo e amor.
Quando o homem ou a mulher se masturba, coloca o seu corpo que é templo do Espírito Santo em perfeita profanação àquele que faz do nosso próprio corpo o seu templo. E a Profanação pode ser ainda maior, pois a cada Eucaristia que participamos e comungamos, nós nos tornamos o próprio tabernáculo que guarda o Corpo e Sangue do Cristo Eucarístico.
Ao cometer este ato de puro egoísmo, o homem ou a mulher se isola e quebra a aliança que o Cristo fez com o seu próprio Sangue. Vale lembrar que nos tempos atuais, a masturbação é considerada um ato de conhecimento pessoal de nosso corpo. O mundo nos submete a ver e sentir as propagandas explícitas incitando, principalmente os jovens, a se conhecerem através da masturbação a sexualidade.
- Masturbação Visual
A masturbação visual consiste em ver o mundo com os olhos do puro sexo. Estamos envolvidos por filmes, revistas e propagandas que só se baseiam em mostrar e repartir a família. Nossos olhares são pegos com propagandas sem nenhum escrúpulo, que devemos sempre estar com a sexualidade a flor da pele.
O jovem é induzido a engolir um mundo que é materialista, que para vender seus produtos, apela para a sexualidade desenfreada a fim de seduzir novos clientes. Não podemos nos "poluir" com esses excessos de pornografia visuais que o mundo pluralista envolve cada vez mais a humanidade. Mas ressaltamos que se temos indícios que nos levam a essa pornografia, também não podemos nos deixar levar por isso. Muitos jovens aproveitam para se desculpar que se masturbam por causa das propagandas que incentivam tal coisa. Mas se de um lado temos algo que nos incentiva, de outro temos a força do Espírito Santo, que nos dá coragem para não nos poluirmos.
Temos que levar a nossa fé também aos meios de comunicação e gritar que somos templos do Espírito Santo. Que Deus nos quer puros e santos e que qualquer pornografia que nos leve a masturbação seja destruída com o poder de nossas orações.
- Masturbação Escrita
Ainda dentro desse contexto temos a masturbação escrita, que são as revistas e livros pornográficos ou mesmo piadas.
Entendemos que tudo isso é pecado gravíssimo, pois se nós somos testemunhas vivas e tabernáculo do Cristo Eucarístico, devemos pelo desejo de buscar a santidade, destruir e fugir de tudo que nos leva a esse pecado.
Queremos sempre colocar nossas vidas a disposição do Senhor, colocar nossa sede de santidade na nossa sexualidade que pertence ao Cristo. Satanás tem atingido muitos filhos de Deus através da sexualidade desenfreada, colocando a masturbação como uma delícia, mas na verdade a masturbação nos leva a romper a aliança que temos com Deus.
Assim somos convidados a queimar toda a pornografia escrita e buscar não se poluir com a pornografia visual. E o mais importante, largar o pecado da masturbação e se confessar. E a cada dia consagrar-se ao Cristo e esperar o dia que Deus colocará a pessoa certa para que possa haver a entrega de dois filhos amados de Deus, isto é, de acordo com os mandamentos da Santa Madre Igreja, em que os dois fazem o voto de entregar-se um ao outro no sacramento do matrimônio.
10 MANDAMENTOS PARA UM NAMORO SANTO
- Consagrar o namoro a Cristo
- Não pecar contra a castidade
- Ter o diálogo como base do relacionamento
- Não pensar e nem provocar carícias excessivas
- Não ser motivo de escândalo
- Não tomar posse do outro
- Sempre usar roupas adequadas
- Ser exemplo para os outros
- Ter a sinceridade como princípio de todas as coisas
- Deixar Deus conduzir o namoro
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Santa Faustina e a Imagem de Jesus Misericordioso

Santa Faustina - infância e entrada no convento

Liturgia das Horas

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O SEGREDO DE MARIA

